Motociclista & Mecânico – A arte da confiança

Um piloto doméstico de motocicleta, a meu exemplo, pode assim nem ser tão bom quanto um motovelocista profissional e, por isso mesmo, a exemplo desse profissional, ele tem que ter confiança em seu mecânico, pois é sua vida que estará em risco ao rodar pelas estradas afora e, sinceramente, buracos não faltam como desafios a serem superados. Haja equilíbrio!

Por muitos anos sempre fui atendido de forma séria, meticulosa e atenciosa, o que gerou uma boa confiança na relação piloto-mecânico.

Na minha trilha de vida há um mecânico que praticamente tem cuidado de praticamente todas as motocicletas que tive: uma XL-125 que viajou para a Patagônia, depois uma Neo para circular pelo centro de Curitiba, a seguir veio a XTZ-250 Lander / Motard, que me levou até a Praia de Garopaba em Santa Catarina e, finalmente, a Shadow-750, minha preciosidade.

Ricardo é o seu nome. Esse é o cara! Não tem ressalvas de meter a mão na graxa e ajudar você naquilo que é mais necessário e imprescindível para que seu “cavalo de aço” se lance a novos horizontes. E, como bônus, o custo é acessível.

Taí um cara tranquilo, não tem tempo ruim. Super recomendo. Para quem estiver em Curitiba e precisar de uma mãozinha, com um serviço bem feito de qualidade, já sabe: Ricardo – Whatsapp:  (41) 99731-6874.

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E para quem quiser ler sobre algumas viagens que fiz num passado nem tão distante assim indico meu livro “As Aventuras Peculiares de Um Motociclista”, disponível na Amazon ou pelo site Fotos e Rumos em www.fotoserumos.com


Duas rodas e cuturnos estrada afora!

Saiu recentemente uma menção sobre o meu livro “As Aventuras Peculiares de um Motociclista” no blog “Cuturneiros”, que divulga informações sobre viajantes de motocicletas. Legal, não é mesmo?

Criado em 21/11/2003, esse blog, tem por objetivo compartilhar experiências, imagens de lugares visitados e assuntos relacionados ao mototurismo.

O nome do grupo surgiu num churrasco após uma viagem a Cacequi – RS feita somente por estradas secundárias e sem asfalto. Quando nos indagamos sobre um nome para a turma a resposta veio a seguir: Cuturneiros. Levando em conta que, no princípio, somente andávamos por estradas sem pavimentação e com muitas pedras soltas, todos usavam coturnos para proteger os pés. Desde sua fundação, em agosto de 2002, o grupo não tem paradeiro certo, pois cada integrante mora em uma cidade diferente e o que nos mantém unidos é a vontade de aproveitar a vida em duas rodas, conhecendo novos lugares, novas pessoas e novas culturas.“, revela seus integrantes, Felipe, Julio, Sergio, Claiton e Charles.

Felipe me diz que: “Garimpando algumas obras do gênero pela internet, me deparei com o seu livro As Aventuras Peculiares de um Motociclista.“. Ele mesmo é autor do livro “Estrada Sem Fim – um diário dos primeiros 60.000 km de moto.”, edição de 2016, da Editora Saluz – o qual também já faz parte do meu acervo. Interessados podem entrar em contato com ele pelo e-mail
Contato: cuturneiros@yahoo.com.br – www.cuturneiros.com

Fotos
1. Felipe com o meu livro
2. Blog Cuturneiros
3. Eu com o livro do Felipe

Felipe passo fundo Captura de Tela 2018-10-26 às 11.15.32

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A amizade entre motociclistas

FR - Dizeres - Carnivalle FreakshowA amizade entre motociclistas é forjada no calor do asfalto, no frio do vento, no companheirismo da estrada e ao sabor da liberdade!

http://www.FotoseRumos.com

Foto: Levis Litz / Praia de Cabeçudas, Itajaí, SC

FF - Amizade


Por que viajar sobre duas rodas estrada afora?

Por que viajar sobre duas rodas estrada afora?

Quando viajo de motocicleta – hoje percorridos muito mais do que 20 mil km de estradas e trilhas – muita gente questiona: “Por que numa motocicleta?”. Ora! Ao viajar, por exemplo, numa motocicleta XL-125, em que a velocidade não era alta e a potência limitada, você tem que respeitar o que lhe é acessível e possível. Foi graças a ela que pude atravessar rios e lagoas em cima de embarcações, atravessar dunas (levando-a no braço) e conhecer lugares fantásticos como Cabo Polonio, no Uruguai. Nunca teria conseguido sem minha XL-125. Não é tamanho que importa, mas sim o prazer que ela te proporciona! (rs).

com crédito Valesca - Motocicleta - No Barco

Foto by LL: A Valesca com a nossa XL-125 em uma embarcação – saindo da Estrada do Inferno (BR-101), na travessia da Lago dos Patos – de São José do Norte para a cidade de Rio Grande (RS).

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