O Portal “Fotos e Rumos” está em festa!

17 anos de existência!

Fotos e Rumos surgiu assim…

…da vontade de compartilhar histórias de viagens e fotografias.

Seu dia: 27 de julho – uma data, uma escolha, uma ideia, uma realização. Foi no ano 2000.

Rolou no Espaço de Eventos do Shopping Crystal em Curitiba. Foi lindo, foi bacana!

Apoio da InfoMatrix  (http://www.infomatrix.com.br) e seus funcionários altamente capacitados e muitos computadores de última geração.

O momento contou com a presença de amigos e colegas – fotógrafos, jornalistas, empresários, viajantes, mochileiros, artistas, músicos, cineastas… cerca de 200 pessoas – pequenos universos, com grandes valores – nos prestigiaram.

Houve muita integração e entretenimento. Teve vinho e acompanhamentos – brindes, canecas e camisetas… um “somzinho” legal tocou trilhas de filmes… e… entre taças e sorrisos… houve muitas fotos e muitos rumos… para muitos olhos…

Registro aqui a minha Gratidão!

Levis Litz
Fotos e Rumos
http://www.FotoseRumos.com

Curiosidade: a logo do Fotos foi inspirada numa fotografia que tirei de um filhote de lobo marinho em Cabo Polonio, Uruguai.

Anúncios

A amizade entre motociclistas

FR - Dizeres - Carnivalle FreakshowA amizade entre motociclistas é forjada no calor do asfalto, no frio do vento, no companheirismo da estrada e ao sabor da liberdade!

http://www.FotoseRumos.com

Foto: Levis Litz / Praia de Cabeçudas, Itajaí, SC

FF - Amizade


Por que viajar sobre duas rodas estrada afora?

Por que viajar sobre duas rodas estrada afora?

Quando viajo de motocicleta – hoje percorridos muito mais do que 20 mil km de estradas e trilhas – muita gente questiona: “Por que numa motocicleta?”. Ora! Ao viajar, por exemplo, numa motocicleta XL-125, em que a velocidade não era alta e a potência limitada, você tem que respeitar o que lhe é acessível e possível. Foi graças a ela que pude atravessar rios e lagoas em cima de embarcações, atravessar dunas (levando-a no braço) e conhecer lugares fantásticos como Cabo Polonio, no Uruguai. Nunca teria conseguido sem minha XL-125. Não é tamanho que importa, mas sim o prazer que ela te proporciona! (rs).

com crédito Valesca - Motocicleta - No Barco

Foto by LL: A Valesca com a nossa XL-125 em uma embarcação – saindo da Estrada do Inferno (BR-101), na travessia da Lago dos Patos – de São José do Norte para a cidade de Rio Grande (RS).

——
Visite:

. Fotos e Rumos em www.FotoseRumos.com

. Duas rodas pela estrada afora no Facebook em https://www.facebook.com/groups/118332212085523/


Sobre o professor Levis Litz e sua relação com o Tai Chi Chuan

prof-levis-litzO professor Levis Litz se tornou adepto da prática de Tai Chi Chuan nos anos 80 com o prof. Cesar, da linhagem do Mestre Liu Pai Lin, que se deslocava de São Paulo para Curitiba, aos fins de semana, especialmente para ensinar Tai Chi Chuan a um restrito grupo no Centro Cívico.

Após um longo período no exterior, em que viveu na Inglaterra e Itália, o prof. Levis ao voltar ao Brasil, nos fins dos anos 90, iniciou seu aprendizado no estilo Yang de Tai Chi, do mestre Ma Tsun Kuen, com o professor e presidente do Centros de Estudos Budistas do Paraná, Bruno Davanzo.

O Prof. Levis foi cofundador da Associação Internacional de Praticantes de Tai Chi Chuan e por iniciativa própria, desde 2003, tornou-se voluntário, disponibilizando gratuitamente Tai Chi em locais públicos de Curitiba, entre eles, Praça Afonso Botelho, Parque Barigui, Parque Tanguá, Jardim Ambiental / Hugo Lange, Praça do Japão, Praça 29 de Março e Praça do Tai Chi. No litoral do Paraná foi voluntário para práticas gratuitas de Tai Chi em Pontal do Sul (Pontal do Paraná) em dezembro/2015 e janeiro/2016.

Realizou em 2005 o primeiro encontro em Curitiba do “Dia Mundial do Tai Chi” com a presença de professores de diversas escolas e grupos de Tai Chi Chuan da cidade. Atuou como organizador e/ou participante das comemorações do Dia Mundial do Tai Chi em Curitiba nos anos de 2006 a 2016.

Professor Levis Litz Jd Botânico.JPG

Prof. Levis com mais de 80 alunos do Colégio Medianeira no Jardim Botânico em 2005

Participou em 2007 do “Workshop de Pa Kua Zhang”, realizado pela Escola Harmonia e Movimento, ministrado pelo prof. José Onofre Nunes, da linhagem do Estilo Pai Lin de Tai Chi Chuan.

Em 2007, presenteado com um vídeo de Tai Chi Chuan por uns amigos chineses, o professor Levis viu pela primeira vez e começou a estudar o estilo Chen de Tai Chi Chuan, o primeiro, dos cinco estilos tradicionais de Tai Chi Chuan (Chen, Yang, Wu, Wu/hao e Sun).

Em outubro de 2008, participou em São Paulo do “Seminário de Tai Chi Chuan Tradicional 103 Posturas Estilo Tradicional da Família Yang”, com o honrado mestre Yang Jun realizado pela Yang Chengdu Tai Chi Chuan Center Brasil e a Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan  e Cultura Oriental – SBTCC.

Tornou-se, em agosto de 2009, membro #055 04 019, da “International Yang Style Tai Chi Chuan Association”, por intermédio da Equilibrius Centro de Tai Chi Chuan, Acupuntura e Cultura Oriental de Ribeirão Preto.

Participou em 2008 na condição de “Convidado Especial” do IX Kung Fu Figh Senda.

Em  agosto de 2008 participou no Rio de Janeiro do seminário do estilo Chen – 19 Posturas, com o mestre Chen YingJun (filho do grão-mestre Chen Xiao Wang). Ao final se 2009, o prof. Levis conheceu, por intermédio de uma rede social da internet, o mestre Niall O”Floinn que manifestava o desejo de conhecer o Brasil.

Obteve em 2009 a certificação de “Formação Profissional em Tai Chi Chuan”, com 660 horas, pela Escola Brasileira de Medicina Chinesa.

Em janeiro de 2009, o prof. Levis hospedou o mestre Niall O’Floinn em sua residência em Curitiba e assim tornou-se oficialmente o precursor do ensino do Estilo Chen de Tai Chi em Curitiba. Em maio e junho do mesmo ano, aprofundou seus conhecimentos, com ensinamento intensivo, particular e individual, na residência do mestre Niall na Cidade de Galway, Irlanda, tornando-se também membro da “Galway Chen Style Tai-Chi Academy” e, além dos ensinamentos particulares, participou de inúmeros seminários com o mestre Niall (jan/maio/jun/2009; 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015).

Tui Shou - 2011 041.jpg

Prof. Levis com o mestre Niall O”Floinn 

Prof. Levis apresentou Tai Chi Chuan Estilo Chen na “XIV Copa Senda de Kung-Fu” em maio de 2010. No mesmo ano participou do “I Torneio Interno Fu Hok d Kung-Fu Fei Hok Phai” realizado pelo Instituto Fu Hok de Cultura Chinesa e Associação Hung Sing de Kung-Fu Fei Hok Phai.

Participou de seminários com o renomado grão-mestre Wang Hai Jun, linhagem do grão-mestre Chen Zheng Lei, nas cidades de Limerick e Galway (Irlanda), reencontrando-o também na cidade de ZhengZhou (China), obtendo dele a certificação oficial para a promoção da linhagem no Brasil.

levis-wang-002

Prof. Levis Litz com o Grão-mestre Wang Hai Jun na Irlanda em 2009

Prof. Levis participou do seminário com o grão-mestre Chen Zheng Lei, no Kansas, Estados Unidos (2013), e o encontrou duas vezes na China: o entrevistou em ZhengZhou para a Revista Tai Chi Brasil e presenciou o discipulado de sua Linhagem na Vila Chen (Local de nascimento do Tai Chi Chuan).

ll-top-1-kansas-czl-2

Em 2011, o professor Levis tornou-se pós-graduado Lato Sensu em Tai Chi Chuan pela Escola Brasileira de Medicina Chinesa. (certificação FAATESP, com 540 horas, reconhecida pelo MEC).

Dia do tai chi oficial em CuritibaFoi coordenador de dois cursos de pós-graduação em Tai Chi Chuan (2010 e 2011), curso de formação de instrutores (2011), coautor do projeto de Tai Chi nos Parques e Praças de Curitiba (2010 e 2011), realizador do torneio de confraternização (2010), autor do projeto de práticas voluntárias na Praça do Tai Chi (2015). Teve a iniciativa para a implementar o Dia Municipal Oficial do Tai Chi na cidade de Curitiba que foi oficialmente reconhecido e instituído como Lei 13.473 em 2010.

É jornalista diplomado e editor da Revista Tai Chi Brasil desde 2009. Possui também pós-graduação MBA em Marketing e Relações Públicas (RJ).

Entre seus alunos e ex-alunos de Tai Chi Chuan do estilo Chen: ex-comandante e vários militares da Polícia Militar do Estado do Paraná, profa. Elenice Benvenutti, prof. Bruno Davanzo, prof. Anderson Rosa, profa. Lídia Vaz Nunes, prof. José Onofre Nunes, prof. Daniel Brito, shifu de Kung-Fu Shaolin Aparecido de Lira, profa. Maria Clarice França, profa. Luiza Wisniewski, prof. Jean Sirigate, Dr/Prof. Carlos Assis, fotógrafo Zig Koch, jornalista Maria Celeste, diversos artistas, terapeutas, psicólogos, médicos e outros agentes da saúde, qualidade de vida e bem-estar.

Entre as instituições e empresas em que prestou atividades de Tai Chi Chuan encontram-se: a Secretaria Municipal de Saúde / Prefeitura de Curitiba (2009), Colégio Medianeira (2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2016), SESC-Paraná Unidade Água Verde (2009, 2010 e 2011), Universidade Tecnológica Federa do Paraná (2012), Instituto Federal do Paraná (2015), Faculdade Internacional de Curitiba – Facinter (2010), Colégio Bom Jesus (2004), Colégio Suíço-Brasileiro (2011), Dia do Desafio / SESC-PR (2010), Academia Espaço Holístico Paramitta (2008), Associação Internacional de Praticantes de Tai Chi Chuan (2003 a 2011), Mongeral – Seguros e Previdência (2011), Escola Brasileira de Medicina Chinesa – PR (2009), Associação Inter-religiosa de Educação – ASSINTEC (2006), Kraft Foods (2011) e Instituto de Educação do Paraná (2007, 2013, 2014 e 2015).

Recebeu homenagens – por sua ação em prol do desenvolvimento da arte do Tai Chi Chuan da Associação Internacional de Praticantes de Tai Chi Chuan (2011), Instituto Fu Hok de Cultura Marical Chinesa e a Associação Húng Sing de Kung-fu Wushu e Tai Chi Chuan (2011) e de vereadores da Câmara Municipal de Curitiba em 2009, 2010 e 2015.

Prof Levis Litz no Espaço Zen Atelier Dani Henning.jpg

Atualmente, em Curitiba, o professor Levis Litz é diretor do “Grupo Tai Chi Curitiba“, coordena um grupo de professores voluntários na Praça do Tai Chi desde 2015 e dá aulas regulares no Espaço Zen – Atelier Dani Henning (Rua Sain’t Hilaire, 822 – Sala 11. Esq. Av. Água Verde).

Grupo Tai Chi Curitiba / Professor Levis Litz
. Site: www.TaiChiCuritiba.com.br
. E-mail: LevisLitz@TaiChiCuritiba.com.br
. Cel/WhatsApp/Telegram: (41) 8409-6858
. Facebook: Grupo Tai Chi Curitiba 
. Instagram: TaiChiCuritiba
. Youtube: Levis Litz

Grupo Tai Chi Curitiba / Professor Levis Litz
Alvará nº 1.179.342
CNPJ: 20.259.228/0001-08
I.M.: 08.02.694.192-4


Jornalista – Testemunha ocular da história

Dia 7 de abril – Dia do Jornalista

Este profissional para muitos é testemunha ocular da história, para outros é um narrador do seu tempo. Parabéns pelo seu dia!

Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.”Gabriel García Márquez

————————————————————–
jornalismo

substantivo masculino
  1. 1. 
    jor atividade profissional que visa coletar, investigar, analisar e transmitir periodicamente ao grande público, ou a segmentos dele, informações da atualidade, utilizando veículos de comunicação (jornal, revista, rádio, televisão etc.) para difundi-las.
    ———————————————————-

    O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter.”, Cláudio Abramo

Jornalismo é como se fosse um fio, que liga as pessoas ao mundo.”, Calebe Lamonier

A ética deve acompanhar sempre o jornalismo, como o zumbido acompanha o besouro.”, Gabriel García Márquez

A diferença entre a literatura e o jornalismo é que o jornalismo é ilegível e a literatura não é lida.”, Oscar Wilde

 “Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade.”, George Orwell

“O jornalismo moderno tem uma coisa a seu favor. Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade.”, Oscar Wilde

 


Olhos ricos; mãos pobres – cascalhos sob os pés e não sobre a cabeça

O que uma amizade pode gerar? Sei lá! Não penso a respeito, mas olhares surgem, às vezes, no meu entorno em que observo no dia-a-dia e que indagam (sem preconceito; curiosos mesmos) – como é que você viaja tanto (mais de 70 países), sem ser a trabalho, sem patrocínio e, ainda por cima, se você não tem dinheiro? (risos).

Bem, alguém já disse algo mais ou menos assim: “viajar é ter olhos ricos e mãos pobres”. Por vezes, isso é verdade, talvez até pudesse viver numa casa melhor – numa cobertura ou mansão (rs), ter um jatinho super mega avançado… mas, nunca hesitei… e sempre optei trocar a aquisição de um bem material, por colocar os pés na estrada… já viajei de tudo, mochila, carona (Bolívia, Itália…), trem e em cima de trem (Selva boliviana), bicicleta (Egito), motocicleta até a Terra do Fogo e por aí fui.

A minha história é antiga… começou em mil setecentos e dezenove (eu acho), minha memória falha às vezes, sabe? (rs). Na real, quando tinha 10 anos escrevi – numa máquina de datilografia – 10 perguntas as quais teria que responder durante a vida. Uma daquelas perguntas estava relacionada ao conhecimento de outras culturas e compartilhamento do que descobrisse com as pessoas de Curitiba (e assim, sem me dar conta, emergia um jornalista).

Sem dinheiro, sem parente que tinha dinheiro – decidir criar a a perspectiva de um futuro que desejava pra mim… estudei idiomas onde ofertavam gratuitamente, leiloei meus livros de ocultismo (adquiridos na adolescência), vendi meus discos de vinil (um monte) de música clássica (alguns raros adquiridos em sebos) e assim obtive meus primeiros 50 dólares, ufa!

Não foi fácil. E assim foi, devagarinho – caminhei e trabalhei para viajar pelo mundo, colocá-lo “in focus”. Até que um dia… embarquei num enorme pássaro de ferro e fui para o Marrocos e InglaTerra… lá na Velha Terra, “right mate?”

Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto… o que muitos de nós não damos conta é que há outros bens que adquirimos em viagens, sejam além mar ou além porta da casa. Este bem, invisível, é que provém do companheirismo, da amizade, do sorriso…

Será que é isso… é uma espécie de – sem cobrança ou regra – corrente de amigos? Simples assim? Hoje te pago um capuccino pelo simples prazer de uma conversa com você – amanhã (quem sabe, sem ter essa pretensão) outra pessoa – pela simples curiosidade de ouvir detalhes de minhas experiências – me convida também para um café.

Sem compromissos e outros “issos”; sem olhos marrentos ou barrentos… o que emerge é cristalino e desinteressado. Nunca fiz uma lista, mas deve chegar à beira do infinito o quanto já caminhei pelas ondas da amizade para chegar até aqui, nestas linhas, escrevendo para você. E sabe de quem é a “culpa” (risos)? De uma amiga…

No último sábado – ganhei um livro dela – ao cultivar plantas nativas (olha só… ofertada por uma organização não governamental – sem políticas do “toma lá da cá”). Era um livro que eu já tinha, mas ao ganhá-lo pela segunda vez, me deu a oportunidade de ter a dedicatória dela.


Aqui – fugirei um pouco do tema, mas penso que é importante. Sobre a dedicatória de um livro. Isso se tornou uma coisa interessante ao meu ver. Essa visão diferente aconteceu numa noite de autógrafos de um livro que fui coautor. Havia uma fila de leitores que queriam uma dedicatória. Um leitor amigo disse: “quero palavras suas – não as padronizadas, tiradas de uma forma (de bolo) do tipo – com estima e consideração; abraços do amigo…”. Aquilo chamou a minha consciência ao fato de que uma dedicatória pode “pesar” mais até do que o conteúdo do próprio livro, pois ali, nas entrelinhas, pode emergir um fragmento da essência de quem empunhou a caneta, ao imprimir as palavras que vão chegar aos olhos do leitor.

Voltando ao assunto… além da dedicatória que ganhei da amiga, veio um bônus da história da amizade… é que… com um exemplar sobrando, tenho a chance fazer mais alguém sorrir… a dinâmica está aí – mão pobres; olhos ricos!

Disse sir Richard Burton: “na velocidade da infância, nasce outra vez a aurora da vida!”.

Então… Bons amigos pra você!

FullSizeRender-3 FullSizeRender


De um encontro com o respeitável Mestre Liu Chih Ming da Linhagem Taoísta Pai Lin

Há momentos que gratificam a nossa alma – que demonstram o valor de sua atitude. Assim aconteceu comigo, na Praça do Tai Chi, em Curitiba, sábado (7), ao receber do professor de Tai Chi Pai Lin em Curitiba, José Onofre Nunes, uma bela obra – conteúdo ímpar – com textos fundamentais dos Mestres Liu Pai Lin e Liu Chih Ming, a qual foi encaminhada pelo Tarcísio Tatit Sapienza.
Praça Tai chi 07nov15 Onofre livro liu chih ming Tarcísio Tatit Sapienza   FullSizeRender-2

LL LCM 6 Sou muito grato pela lembrança e pela citação do meu nome no livro por ocasião de uma entrevista que fiz ao respeitável Mestre Liu Chih Ming, em 2012.

O Mestre Liu Chih Ming – o qual tive a honra de conhecer pessoalmente quando fui a São Paulo visitar o Centro de Estudos de Medicina Tradicional e Cultura Chinesa – CEMETRAC, recebeu-me com muita cordialidade. Foi um tempinho que ele concedeu – entre suas importantes atividades em prol do ser humano. Nunca esqueci daquele encontro; muito bacana. Que momentos assim possam se repetir no futuro!

O livro “Linhagem Taoísta Pai Lin” pode ser adquirido no CEMETRAC – www.cemetrac.com.br – Tel: (011) 3209-8189.
FullSizeRender-4  FullSizeRender-5