O humano mundo sob uma singularidade

Tradição

substantivo feminino

  1. ato ou efeito de transmitir ou entregar; transferência.
  2. comunicação oral de fatos, lendas, ritos, usos, costumes etc. de geração para geração.
    Definições de Oxford Languages

Atualidade

substantivo feminino
1. qualidade ou estado do que é atual.
2. o momento ou a época presente.
    Definições de Oxford Languages


Primeiros Passos

Tradição configura um fator relevante e crítico do nosso desenvolvimento. Ela molda o fundamento e serve de estrutura para a família e a sociedade. A tradição evoca que fazemos parte de uma história que determinou nosso passado, revela quem somos na atualidade e indica quem seremos amanhã.

Atualidade envolve o tempo presente, o que acontece agora. Envolve, com as tendências do momento, costumes atuais, uma real existência.

Quando aprendemos a caminhar para frente? Talvez lá pelos 8 ou 10 meses de idade, ao longo do primeiro ano de vida. Em um tempo que tivemos que nos concentrar para manter nosso equilíbrio para ficar em pé e assim conseguir delinear um caminho, um percurso, e seguir adiante na vida e para a vida.

A independência e o socorro

Aprender a andar, certamente, foi um dos marcos mais importantes em nossa existência, pois foi uma decisão que exigiu coragem para a nossa liberdade de ação, desgarrar de algum objeto e alçar a independência. Entretanto, bastou um passo em falso e… escorregamos, caímos, nos machucamos. Um chorinho, quem sabe, um pensamento, um olhar, uma súplica: “Pai, me ajude!”. E, como a beleza proveniente da luz que nasce no oriente, do sol que ilumina, o pai vem em socorro com seu olhar de ternura.

A solidariedade e o amadurecimento

Poderia ter sido a mãe, a irmã, o irmão ou ainda alguém ao nosso lado que, prontamente, nos oferece a mão. Os laços de família são elementos que congregam. E assim vamos, passo a passo, crescendo e nos desenvolvendo com equilíbrio, coragem e confiança. Momentos fáceis, outros mais difíceis vão emergindo, entre amores e dissabores, rumo ao amadurecimento frente a um mundo que nos espera. E assim vamos. Tradições são absorvidas e vão nos moldando, levando ao norte da nossa própria existência.

O mundo, um sobrevivente

O mundo também, no passo de sua história, é um sobrevivente, se constrói ante nossos olhos apesar dos meteoros, tsunamis, pestes, terremotos, guerras, vírus, erupções, ditaduras, violência, discriminação, injustiças, preconceitos, queimadas, entre tantas outras facetas que deixam suas cicatrizes.

O discernimento do protagonista

Os seres humanos são os atores principais. Nós somos os protagonistas. Cabe a nós discernirmos entre o que deve ser feito ou desfeito. Qual caminho tomar. Preservar ou passar um apagador. Somos responsáveis, seres cientes pelos atos cometidos, pela não escolha de um caminho. Por outro lado, a vida é repleta de incongruências. A desinformação, o fechar dos olhos, não quer dizer que não sofreremos as consequências da nossa não ação. Não agir em prol de caminhar para frente é ceder espaço em favor da inércia, que acaba sucumbida pela inexistência. O indivíduo pode caminhar sob um céu com nuvens carregadas, sombrias, prestes a chover, e não dar a mínima, ficar indiferente, mas não significa que não ficará encharcado.

O reflexo da ação

Nessa atitude que parece estar muito presente, reflexões de uma voz humana poderiam ecoar: “Seria uma falha minha por não ter dado a devida atenção ao clima bruto que se avizinhava ou foi uma falha alheia por ninguém ter me alertado? Por que o outro não olha por onde eu ando? Se culpo sempre o outro, será que ele não seria o reflexo de mim? E se for, sou tão insensível assim?”. Inércia parece, nesse momento, ser inerente. Preciso aprender, como na infância, a andar novamente, não quero mais ficar preso às amarras da ignorância – que fazem tão mal, senão, nada muda, mas… o que fazer? Esqueci!

A finitude que nos espera

Pandemias, vírus ou ideologias fascistas, são sempre mutantes, presentes, causadoras de pandemônios, são fortes lembretes da nossa finitude. Um mundo livre deveria ser o palco no qual fosse possível amar ou contrariar o poeta, sem retaliações. Talvez isso seja parte do segredo de viver. 

Solidariedade como esperança


A esmagadora maioria das pessoas são solidárias, cooperativas e tem boa vontade em ajudar o próximo. São de boa índole, não são perversas. Numa sincera autorreflexão, reconhecer e interiorizar suas limitações de compreensão, pedir perdão e ajuda, é a beleza do ser humano se manifestando pela humildade. Uma simbologia que transcende eras.

Generalizar é cair na armadilha

É a manifestação da consciência que se sobrepõe ao abismo da insensatez. A ignorância está onde menos esperamos. Generalizações são como armadilhas para uma mente ingênua, desinformada, que segue padrões equivocados de um coletivo. Sem entrar no mérito, culposo ou doloso, com ou sem intenção de prejudicar, certamente, generalizações podem causar danos, e alguns bem sérios. Apesar de iguais – talvez mais do que gostaríamos -, não somos os mesmos, cada um tem sua identidade e diversidade. Essa pluralidade é bela, cuja originalidade só pode ser reconhecida no universal. Tudo tem uma maneira de se notar. Ao viajar pelo mundo, percebi a forte tendência que muitas pessoas têm de generalizar. Escutei certas expressões: “Você é brasileiro… mas não dança samba? …não joga futebol? …não é índio? … não é negro? …deve ser do sul, pois o norte é pobre, não tem dinheiro para vir aqui!” …E ainda, mais recentemente, esta: “Nossa, como vocês brasileiros são idiotas, elegem um fascista!”.

Valores invertidos?

Parece que o lugar da realidade inverteu os valores humanos, especialmente no atual momento de incontinência verbal impulsionada pela virtualidade da vida. A existência é uma mera alternância, seja lá, depois das fronteiras, ou cá, dentro dela. A tendência é darmos valor às coisas e às informações sempre de acordo com nossos parâmetros individuais. E, por vezes, nos deixamos enganar por convicções alheias e nos acorrentamos às paredes de uma caverna de preconceito e primitivismo. O grande perigo não são as dificuldades que a natureza impõe, mas a que determinados líderes, por falta de comprometimento solidário, querem impor aos outros. Se pensarmos que eternidade alguma devolverá o momento perdido, nossa percepção da realidade se altera e nós ficamos melhores. Uma fagulha de consciência despertou.

A disparidade é saudável

Entretanto, quem não desejaria sair da caverna do isolamento – seja social, político, afetivo -, e sentir como é aconchegante o calor da luz do sol, a delícia do frescor do vento, a beleza nos sorrisos da família, a alegria de uma reunião com os amigos? Deixar de lado os conflitos. Na percepção de fatos comportamentais do cotidiano, ser respeitado, mesmo sem ser compreendido e, respeitar, mesmo sem concordar. A singularidade de cada um é um fator relevante. O confronto racional de disparidade é saudável e essencial, desde que pontuemos também o companheirismo e a empatia estabelecidos nas relações. São debates, diálogos, embates, perspectivas diferentes que auxiliam a ponderar modos de ver. E assim, ser generoso é poder estar de bem com a vida e com todos.

Outro mundo é possível

Viver um mundo melhor é possível. Sem autoritarismo. Assim estaremos indo ao encontro de nós mesmos. Essa perspectiva não pode ser perdida. A luz denota esclarecimento. A luz não entra em conflito com a escuridão, ela vai lá e ilumina. Assim, a escuridão se desvanece. Pura e simplesmente. Entender que aceitar simplesmente a liderança de um ditador, que é dissimulado e que não tem compromisso com a democracia, é legitimar que o poder seja exercido sem limitações por uma pequena elite, que impõe a sua autoridade sem levar em conta os direitos e liberdades de cada cidadão. A emoção, embora também seja informação, deve ser compreendida e gerida, estar sob controle. Um dos maiores patrimônios que uma pessoa pode ter: sua própria consciência. Tudo tem seu jeito de olhar e agir. Criar uma trilha nova. Um horizonte inspirador. Uma esperança que se fortalece. Enquanto acreditarmos, adultos e jovens, há uma chance de termos um mundo melhor.

O jovem como catalisador

 
O jovem, em particular, que se encontra atrás das cortinas e que no futuro pisará no palco do mundo, já tem uma noção diferente no seu modo de conviver e ver a realidade. Cada um estabelece, em seu território particular, uma interface social à qual os adultos mais velhos não estão habituados. Assim, proativos, através de muita leitura, estudo e um pensar crítico construtivo, podem – assumindo responsabilidades e sem medo – reverter paradigmas antiquados ou nefastos, antecipar futuras necessidades e estimular e dinamizar uma nova realidade.


Desafios de novas gerações

Todos já aprendemos a andar e somos profissionais na arte de caminhar. O risco, como exercício da liberdade, é parte essencial da aventura de viver e amar e, assim, com atitude, não apenas sobreviveremos, mas evoluiremos. Toda ação é transformadora. Eliane Brum escreveu: “O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos”. Imaginemos o que os grandes gestos poderiam proporcionar ao mundo. Todo momento é uma ótima ocasião de ressignificar o que passou para auferir um futuro melhor. Esse é um dos grandes desafios das gerações recentes. A proposta de atualidade é evoluir e assim estimular a vida cultural, debater ideias e ideologias, novas propostas e estimular os direitos e deveres humanos para um amanhecer melhor. Que surjam novas tradições para, a partir daí, crescermos em valores.

Levis Litz
Viajou por mais de 60 países


Trocando FIGURINHAS com…

Quintas e domingos, geralmente às 20h

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Israel / Palestina – Qumram

Fotos e Rumos – Em tempos da Covid-19.

Objetivo: Compartilhar fotografias [N˚ 2]

Caverna onde foram encontrados os manuscritos do Mar Morto

N˚ 2 Israel Qumram


Brasil – Curitiba | Oh, Sombra!

Fotos e Rumos – Em tempos da Covid-19.

Objetivo: Compartilhar fotografias [n˚1]

N˚ 1


Fotos e Rumos

Desde 27 de julho de 2000 – Nosso objetivo é promover o apreço a cultura, informação, arte, leitura e inspiração. Confira no site Fotos e Rumos, em www.FotoseRumos.com, o que pode te ajudar com viagens, vôos, hospedagens, dicas, caronas, destinos, notícias, serviços, fotos e rumos.

Fotos e Rumos - 1a página
Fotos e Rumos | http://www.FotoseRumos.com


Acordeom Brasileiro

A acordeonista Marina Camargo faz show de lançamento, no Paço da Liberdade, em Curitiba, do primeiro livro que registra o panorama atual do acordeom no Brasil. Além de entrevistas, o livro reúne partituras dos mais importantes acordeonistas brasileiros do momento. 

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Foto: Divulgação

Ver registrado o trabalho de acordeonistas brasileiros, visando manter viva a memória da nossa música popular, foi o que motivou a acordeonista e professora, Marina Camargo a realizar este projeto. A ideia é antiga, mas para viabilizá-la precisava de recursos, a possibilidade veio a partir da aprovação do projeto via Lei Municipal de Incentivo à Cultura e de lá para cá foram dois anos de muita pesquisa.

Marina e o músico Marcelo Pereira colocaram o pé na estrada e percorreram o país passando por cidades no Nordeste, do Sudeste e do Sul atrás dos mais importantes acordeonistas-compositores da atualidade.

 O resultado desta andança são dois volumes: um com entrevistas com 14 instrumentistas e compositores de várias regiões do país, consequentemente com estéticas e histórias bem diversas, e outro com as partituras das principais obras desses artistas, tiradas de ouvido pela própria Marina, já que essa prática de escrever a partitura não é muito comum nesse universo. Um CD com a gravação destas músicas, interpretadas pela acordeonista, acompanha o material.

O show de lançamento, agendado para dia 10 de novembro, às 17h, no Sesc Paço da Liberdade, em Curitiba, inclui no repertório as mesmas 14 faixas do CD. Uma de cada músico entrevistado. São eles: Toninho Ferragutti, Renato Borghetti, Luciano Maia, Gabriel Levy, Alessandro “Bebê” Kramer, Beto Hortis, Adelson Viana, Edith de Camargo, João Pedro Teixeira, Lourdinha, Luiz Carlos Borges, Marcelo Caldi, Lulinha Alencar e Waldir Teixeira.


Serviço:

SHOW DE LANÇAMENTO DO LIVRO ACORDEOM BRASILEIRO
DE MARINA CAMARGO

Quando: 10 de Novembro (sábado)
Que Horas: 17h
Onde: Sesc Paço da Liberdade (Praça Generoso Marques, 189 – Centro/Curitiba-PR)
Quanto: Gratuito
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Informações: 41 3234 4200


Motociclista & Mecânico – A arte da confiança

Um piloto doméstico de motocicleta, a meu exemplo, pode assim nem ser tão bom quanto um motovelocista profissional e, por isso mesmo, a exemplo desse profissional, ele tem que ter confiança em seu mecânico, pois é sua vida que estará em risco ao rodar pelas estradas afora e, sinceramente, buracos não faltam como desafios a serem superados. Haja equilíbrio!

Por muitos anos sempre fui atendido de forma séria, meticulosa e atenciosa, o que gerou uma boa confiança na relação piloto-mecânico.

Na minha trilha de vida há um mecânico que praticamente tem cuidado de praticamente todas as motocicletas que tive: uma XL-125 que viajou para a Patagônia, depois uma Neo para circular pelo centro de Curitiba, a seguir veio a XTZ-250 Lander / Motard, que me levou até a Praia de Garopaba em Santa Catarina e, finalmente, a Shadow-750, minha preciosidade.

Ricardo é o seu nome. Esse é o cara! Não tem ressalvas de meter a mão na graxa e ajudar você naquilo que é mais necessário e imprescindível para que seu “cavalo de aço” se lance a novos horizontes. E, como bônus, o custo é acessível.

Taí um cara tranquilo, não tem tempo ruim. Super recomendo. Para quem estiver em Curitiba e precisar de uma mãozinha, com um serviço bem feito de qualidade, já sabe: Ricardo – Whatsapp:  (41) 99731-6874.

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E para quem quiser ler sobre algumas viagens que fiz num passado nem tão distante assim indico meu livro “As Aventuras Peculiares de Um Motociclista”, disponível na Amazon ou pelo site Fotos e Rumos em www.fotoserumos.com


Do tamanho de um BOTÃO – Histórias sensíveis para gente miúda

Projeto contempla crianças da Educação Infantil, de seis meses até seis anos de idade, da rede municipal de ensino com sessões literárias.

Do Tamanho de um Botão – Histórias Sensíveis para Gente Miúda é um projeto da Malasartes – Educação Sensível que vem sendo apresentado nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIS), pré-escolas, creches públicas e projetos sociais de atendimento à primeira infância, em Curitiba. O diferencial é que é voltado para crianças que ainda não foram alfabetizadas ou estão em processo de alfabetização.

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Fotos: Alison Martins

O objetivo é promover a leitura a partir de uma experiência delicada que sensibilize o olhar, a escuta, criando um ambiente que contribui para a troca afetiva com o imaginário da criança.

A proposta envolve também educadores, pais e a comunidade escolar em um amplo trabalho de sensibilização, a fim de estimular a formação de famílias leitoras.

Com um carrinho com bonecos de lã natural, feltrados à mão, os mediadores Adriane Havro e Luis Teixeira percorrem as salas levando, além de histórias, poesia e delicadezas. No repertório textos capazes de dirigir o olhar para aspectos minúsculos – “do tamanho de um botão” – da vida cotidiana, aqueles que passam despercebidos da visão apressada do adulto, mas que não escapam aos olhos atentos dos pequenos.

Serão ao todo, 120 apresentações interativas de narração de histórias realizadas até o final de outubro, nas instituições de ensino e até mesmo em algumas casas da comunidade. A iniciativa é da Malasartes – Educação Sensível.

As sessões são lúdicas, leves, recheadas de rimas, cantigas, onomatopeias e pequenas surpresas. O calor da voz se entrelaça com os gestos das mãos para se criar um ambiente muito acolhedor. Não se trata de um mero entretenimento, mas sim uma vivência literária que procura se adaptar ao ritmo das turmas e da própria instituição.

_AAA1424 Foto Alison Martins“Buscamos com essa proposta de atuação criar uma experiência sensível do olhar, da escuta, criando um ambiente que contribui para a troca afetiva com o imaginário da criança”, revela Adriane Havro, pedagoga, contadora de histórias e proponente do projeto. E acrescenta: “O contar histórias não substitui a leitura de um livro, o que de fato queremos é que as pessoas se sintam, a partir deste encontro, estimuladas a fazer novos contatos com o universo da literatura”.


Poesia fazendo conexões com outros cantos, recantos e encantos do planeta

Mônada – Substância simples, ativa e indivisível de que todos os corpos são formados. Pela percepção as mônadas representam todas as coisas do universo; cada uma de ‘per si’ espelha todo o universo. Leibniz – Filósofo
Livro Monada - Página 5
Do livro: Viagens de uma Mônada. Uma obra que, em gotas de conhecimento, compartilha poesias, fotografias, contos, vivências, fatos, relatos e passagens de minha vida.

Nessa segunda edição, ampliada e com dezenas de imagens, viajo no espaço, saindo de minha cidade natal e fazendo conexões com outros cantos, recantos e encantos do planeta.

Distante de formalismo, brinco com as palavras e conceitos e apresento definições e curiosidades de algumas variações da língua portuguesa, tais como internetês e a maneira de falar na minha infância. E, por fim, trago participações de convidados especiais: professores, escritores e amantes da poesia.

Número de páginas: 83
Edição: 2 (2018)
ISBN: 978-85-906859-1-3
Formato: Pocket 105×148
Ilustrado
Acabamento: Brochura
Tipo de papel: Offset 75g

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Mais informações no site Fotos e Rumos em www.FotoseRumos.com 
Adquira o seu exemplar impresso diretamente no site Clube de Autores


O Portal “Fotos e Rumos” está em festa!

17 anos de existência!

Fotos e Rumos surgiu assim…

…da vontade de compartilhar histórias de viagens e fotografias.

Seu dia: 27 de julho – uma data, uma escolha, uma ideia, uma realização. Foi no ano 2000.

Rolou no Espaço de Eventos do Shopping Crystal em Curitiba. Foi lindo, foi bacana!

Apoio da InfoMatrix  (http://www.infomatrix.com.br) e seus funcionários altamente capacitados e muitos computadores de última geração.

O momento contou com a presença de amigos e colegas – fotógrafos, jornalistas, empresários, viajantes, mochileiros, artistas, músicos, cineastas… cerca de 200 pessoas – pequenos universos, com grandes valores – nos prestigiaram.

Houve muita integração e entretenimento. Teve vinho e acompanhamentos – brindes, canecas e camisetas… um “somzinho” legal tocou trilhas de filmes… e… entre taças e sorrisos… houve muitas fotos e muitos rumos… para muitos olhos…

Registro aqui a minha Gratidão!

Levis Litz
Fotos e Rumos
http://www.FotoseRumos.com

Curiosidade: a logo do Fotos foi inspirada numa fotografia que tirei de um filhote de lobo marinho em Cabo Polonio, Uruguai.