Publicação gratuita sobre o Massacre dos Professores no dia 29 de abril de 2015 em Curitiba

Expresso a minha profunda gratidão aos inimigos da violência e da corrupção, em especial aos professores do Paraná que, com o seu exemplo inspirador, mantêm-se firmes e fortes, apesar das agruras sofridas no massacre do dia 29 de abril de 2015 em Curitiba. A eles dedico essa publicação“,
Levis Litz – Jornalista e Professor
Caixa Postal 17.336, Curitiba, PR, 80242-981

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Paraná – O massacre dos professores – 29 de abril de 2015

Quem foi o maior responsável – o responsável número 1 – pelo massacre do dia 29 de Abril?

Antes que qualquer resposta desponte no horizonte, vamos entender o que é massacre.

“Massacre caracteriza-se especialmente porque as vítimas são indefesa antes que o ataque que são objeto, ou seja, não têm a possibilidade de defender-se. Em geral é perpetrada por uma pessoa. A principal característica é a desigualdade de condições entre agressor e vítima, desde que indicamos sempre o último em condições inferiores. Outra característica é que eles geralmente têm uma enorme carga de traição, crueldade e violência”.

Dados oficiais sobre o dia 29 de abril de 2015 em Curitiba – também publicados no jornal Gazeta do Povo:

“A operação policial que cercou a Assembleia Legislativa e ocasionou “a batalha do Centro Cívico”, custou R$ 948,3 mil aos cofres públicos. A conta leva em consideração as quantias gastas com munição não-letal e diárias dos policiais militares que participaram da operação.

Ao todo, os 2.516 policiais designados para a ação dispunham de 2.323 balas de borracha e 1.413 bombas de fumaça, gás lacrimogêneo e de efeito moral, além de 25 garrafas de spray de pimenta, para conter os manifestantes que se aglomeravam em frente à Assembleia Legislativa.

A munição era suficiente para disparar 20 balas de borracha por minuto. Também era possível arremessar 11 bombas no mesmo tempo. O conflito durou cerca de duas horas, na tarde do dia 29 de abril, e deixou mais de 200 feridos.”. Gazeta do Povo em 28/05/2015.

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Improbidade administrativa

“Na segunda (29), o MP-PR ajuizou uma ação civil pública nesta contra o governador Beto Richa (PSDB) por atos de improbidade administrativa por conta dos fatos ocorridos em 29 de abril. Além do governador, foram requeridos na ação pública o ex-secretário de Segurança Fernando Francischini, o ex-comandante da PM César Vinícius Kogut, o ex-subcomandante Nerino Mariano de Brito e o tenente-coronel Hudson Leôncio Teixeira – sendo estes dois últimos da Polícia Militar também.”, Gazeta do Povo em 03/07/2015.

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Essa foi a forma que este jornalista, livre, independente e apartidário (sem pertencer a qualquer partido político), junto com amigos professores, escolheram para compartilharem seu testemunhos para História do Paraná. Jamais esquecer tamanha atrocidade para que ela não se repita no futuro.

A publicação: “Paraná – O Massacre dos Professores – 29 de Abril”, de autoria de Levis Litz, é dirigida e gratuita. Você pode ler a publicação diretamente on-line ou fazer uma cópia (baixá-la) gratuitamente em http://www.youblisher.com/p/1190434-Parana-O-Massacre-dos-Professores/

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