A inebriante música de Wagner – Pelo menos para mim

Em termos de “degustação musical”, cada qual tem o seu preferido, seu “number 1”, o “top dos tops”.

Aprecio muito – e isso é notório (meus amigos que o digam), MPB, Música Latina, Rock… Chico Buarque, Erasmo, Caetano, Inti Illimani, Mercedes Sosa, Quillapayun, Pink Floyd, Queen, Nirvana, entre tantos infinitos outros.

Sou eclético e Atlético (PR) – rs… mas Richard Wagner – quando emerge em forma de ondas sonoras; notas – por vezes pesadas e intensas, por vezes leves e contemplativas  – assim como se manifesta a natureza – dá origem, a criação de um “crepúsculo dos deuses” e para “degustar” de tão momento ímpar, tenho que entregar-me, com muita liberdade, a plenitude da atenção.

Captura de Tela 2015-07-07 às 16.19.12A constante inconstância que alcança meus ouvidos produz um estado diferente de consciência – a habitual, provoca o individualismo a inexistência, leva a repetição à extinção, incita o exterior e interior à unificação – para não revelar que conduz ao deleite de se chegar ao limiar de um “samadhi”; ao toque do inatingível, ao alcance do intocável.

Quem sabe, aí a “minha” razão de não fazer Tai Chi Chuan ouvindo Richard Wagner; ambas ações, por produzirem efeitos semelhantes em mim – seria abstrato demais, ao ponto de que, para “retornar” à Terra, seria denso demais.

Enfim, gosto é gosto e, disso, eu gosto. Diversidade e respeito – sempre!

Trecho de Wagner no YouTube ->  https://youtu.be/a53s4jyCqqU

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