Fotos e Rumos

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HABITAT – Estudos do Corpo como Casa

A Súbita Companhia (Curitiba/PR) está comemorando 12 anos e leva ao palco um trabalho potente composto por solos, HABITAT.

A estreia é hoje, dia 13/02 (quarta), a primeira ação desta comemoração.
Novo trabalho da Companhia Súbita de Teatro, formado por cinco solos, HABITAT – Estudos do Corpo como Casa.

Temporada no Teatro no José Maria Santos, em Curitiba, de 13 a 24 de fevereiro, sempre de quarta a domingo, com dois solos por dia, às 19h e às 21h.

Habitat 1 - Fotos Elenize Dezgeniski

Foto Elenize Dezgeniski


Em cena surgem múltiplos corpos: o corpo mulher, o corpo cicatriz, o corpo mãe, pai, filho, filha, o corpo morte, água, pedra, barco, fuga, o corpo afrofuturista, ficção, o corpo que não é, a falta. “Habitat é um momento importante para a Súbita, pois permite reconhecermo-nos como indivíduos e como coletivo”, reflete a diretora Maíra Lour. “Este projeto nos move como grupo a partir dos interesses artísticos individuais, o desenvolvimento desta pesquisa nos trouxe a possibilidade de criarmos trabalhos com proposições estéticas muito diferentes, que afirmam as várias potências de criação presentes na companhia”, complementa.

SERVIÇO:

HABITAT – Estudos do Corpo como Casa (5 solos)

Quando: De 13 a 24 de fevereiro (quarta a domingo

Que Horas: 2 solos por dia – 1º horário: 19h 2º horário: 21h

Onde: Teatro José Maria Santos (R. Treze de Maio, 655 – São Francisco)

Duração: 50 minutos cada solo

Classificação: 16 anos

Quanto: Gratuito

Obs.: Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro, a partir das 18h até 21h, nos dias das apresentações. Os solos são independentes, podem ser assistidos separadamente.

Capacidade máxima por apresentação: 60 pessoas

Informações: 41 3324 8208


Acordeom Brasileiro

A acordeonista Marina Camargo faz show de lançamento, no Paço da Liberdade, em Curitiba, do primeiro livro que registra o panorama atual do acordeom no Brasil. Além de entrevistas, o livro reúne partituras dos mais importantes acordeonistas brasileiros do momento. 

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Foto: Divulgação

Ver registrado o trabalho de acordeonistas brasileiros, visando manter viva a memória da nossa música popular, foi o que motivou a acordeonista e professora, Marina Camargo a realizar este projeto. A ideia é antiga, mas para viabilizá-la precisava de recursos, a possibilidade veio a partir da aprovação do projeto via Lei Municipal de Incentivo à Cultura e de lá para cá foram dois anos de muita pesquisa.

Marina e o músico Marcelo Pereira colocaram o pé na estrada e percorreram o país passando por cidades no Nordeste, do Sudeste e do Sul atrás dos mais importantes acordeonistas-compositores da atualidade.

 O resultado desta andança são dois volumes: um com entrevistas com 14 instrumentistas e compositores de várias regiões do país, consequentemente com estéticas e histórias bem diversas, e outro com as partituras das principais obras desses artistas, tiradas de ouvido pela própria Marina, já que essa prática de escrever a partitura não é muito comum nesse universo. Um CD com a gravação destas músicas, interpretadas pela acordeonista, acompanha o material.

O show de lançamento, agendado para dia 10 de novembro, às 17h, no Sesc Paço da Liberdade, em Curitiba, inclui no repertório as mesmas 14 faixas do CD. Uma de cada músico entrevistado. São eles: Toninho Ferragutti, Renato Borghetti, Luciano Maia, Gabriel Levy, Alessandro “Bebê” Kramer, Beto Hortis, Adelson Viana, Edith de Camargo, João Pedro Teixeira, Lourdinha, Luiz Carlos Borges, Marcelo Caldi, Lulinha Alencar e Waldir Teixeira.


Serviço:

SHOW DE LANÇAMENTO DO LIVRO ACORDEOM BRASILEIRO
DE MARINA CAMARGO

Quando: 10 de Novembro (sábado)
Que Horas: 17h
Onde: Sesc Paço da Liberdade (Praça Generoso Marques, 189 – Centro/Curitiba-PR)
Quanto: Gratuito
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Informações: 41 3234 4200


Tai Chi Chuan: Mestres e Métodos

Os autores David e Davidine lançaram recentemente um livro: Tai Chi Chuan estilo Chen – Mestres e Métodos. A obra, originalmente no idioma inglês, encontra-se à disposição na Amazon.com. Eu recomendo!

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Motociclista & Mecânico – A arte da confiança

Um piloto doméstico de motocicleta, a meu exemplo, pode assim nem ser tão bom quanto um motovelocista profissional e, por isso mesmo, a exemplo desse profissional, ele tem que ter confiança em seu mecânico, pois é sua vida que estará em risco ao rodar pelas estradas afora e, sinceramente, buracos não faltam como desafios a serem superados. Haja equilíbrio!

Por muitos anos sempre fui atendido de forma séria, meticulosa e atenciosa, o que gerou uma boa confiança na relação piloto-mecânico.

Na minha trilha de vida há um mecânico que praticamente tem cuidado de praticamente todas as motocicletas que tive: uma XL-125 que viajou para a Patagônia, depois uma Neo para circular pelo centro de Curitiba, a seguir veio a XTZ-250 Lander / Motard, que me levou até a Praia de Garopaba em Santa Catarina e, finalmente, a Shadow-750, minha preciosidade.

Ricardo é o seu nome. Esse é o cara! Não tem ressalvas de meter a mão na graxa e ajudar você naquilo que é mais necessário e imprescindível para que seu “cavalo de aço” se lance a novos horizontes. E, como bônus, o custo é acessível.

Taí um cara tranquilo, não tem tempo ruim. Super recomendo. Para quem estiver em Curitiba e precisar de uma mãozinha, com um serviço bem feito de qualidade, já sabe: Ricardo – Whatsapp:  (41) 99731-6874.

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E para quem quiser ler sobre algumas viagens que fiz num passado nem tão distante assim indico meu livro “As Aventuras Peculiares de Um Motociclista”, disponível na Amazon ou pelo site Fotos e Rumos em www.fotoserumos.com


Duas rodas e cuturnos estrada afora!

Saiu recentemente uma menção sobre o meu livro “As Aventuras Peculiares de um Motociclista” no blog “Cuturneiros”, que divulga informações sobre viajantes de motocicletas. Legal, não é mesmo?

Criado em 21/11/2003, esse blog, tem por objetivo compartilhar experiências, imagens de lugares visitados e assuntos relacionados ao mototurismo.

O nome do grupo surgiu num churrasco após uma viagem a Cacequi – RS feita somente por estradas secundárias e sem asfalto. Quando nos indagamos sobre um nome para a turma a resposta veio a seguir: Cuturneiros. Levando em conta que, no princípio, somente andávamos por estradas sem pavimentação e com muitas pedras soltas, todos usavam coturnos para proteger os pés. Desde sua fundação, em agosto de 2002, o grupo não tem paradeiro certo, pois cada integrante mora em uma cidade diferente e o que nos mantém unidos é a vontade de aproveitar a vida em duas rodas, conhecendo novos lugares, novas pessoas e novas culturas.“, revela seus integrantes, Felipe, Julio, Sergio, Claiton e Charles.

Felipe me diz que: “Garimpando algumas obras do gênero pela internet, me deparei com o seu livro As Aventuras Peculiares de um Motociclista.“. Ele mesmo é autor do livro “Estrada Sem Fim – um diário dos primeiros 60.000 km de moto.”, edição de 2016, da Editora Saluz – o qual também já faz parte do meu acervo. Interessados podem entrar em contato com ele pelo e-mail
Contato: cuturneiros@yahoo.com.br – www.cuturneiros.com

Fotos
1. Felipe com o meu livro
2. Blog Cuturneiros
3. Eu com o livro do Felipe

Felipe passo fundo Captura de Tela 2018-10-26 às 11.15.32

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Do tamanho de um BOTÃO – Histórias sensíveis para gente miúda

Projeto contempla crianças da Educação Infantil, de seis meses até seis anos de idade, da rede municipal de ensino com sessões literárias.

Do Tamanho de um Botão – Histórias Sensíveis para Gente Miúda é um projeto da Malasartes – Educação Sensível que vem sendo apresentado nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIS), pré-escolas, creches públicas e projetos sociais de atendimento à primeira infância, em Curitiba. O diferencial é que é voltado para crianças que ainda não foram alfabetizadas ou estão em processo de alfabetização.

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Fotos: Alison Martins

O objetivo é promover a leitura a partir de uma experiência delicada que sensibilize o olhar, a escuta, criando um ambiente que contribui para a troca afetiva com o imaginário da criança.

A proposta envolve também educadores, pais e a comunidade escolar em um amplo trabalho de sensibilização, a fim de estimular a formação de famílias leitoras.

Com um carrinho com bonecos de lã natural, feltrados à mão, os mediadores Adriane Havro e Luis Teixeira percorrem as salas levando, além de histórias, poesia e delicadezas. No repertório textos capazes de dirigir o olhar para aspectos minúsculos – “do tamanho de um botão” – da vida cotidiana, aqueles que passam despercebidos da visão apressada do adulto, mas que não escapam aos olhos atentos dos pequenos.

Serão ao todo, 120 apresentações interativas de narração de histórias realizadas até o final de outubro, nas instituições de ensino e até mesmo em algumas casas da comunidade. A iniciativa é da Malasartes – Educação Sensível.

As sessões são lúdicas, leves, recheadas de rimas, cantigas, onomatopeias e pequenas surpresas. O calor da voz se entrelaça com os gestos das mãos para se criar um ambiente muito acolhedor. Não se trata de um mero entretenimento, mas sim uma vivência literária que procura se adaptar ao ritmo das turmas e da própria instituição.

_AAA1424 Foto Alison Martins“Buscamos com essa proposta de atuação criar uma experiência sensível do olhar, da escuta, criando um ambiente que contribui para a troca afetiva com o imaginário da criança”, revela Adriane Havro, pedagoga, contadora de histórias e proponente do projeto. E acrescenta: “O contar histórias não substitui a leitura de um livro, o que de fato queremos é que as pessoas se sintam, a partir deste encontro, estimuladas a fazer novos contatos com o universo da literatura”.